Sem você estou sozinha no deserto;
Não sei quem sou, meus caminhos são incertos;
Talvez seja um pássaro que tenta voar;
Sem seus braços, não consigo decolar;
Longe de você, vivo a tropeçar;
Deprimida e abandonada, outros braços procurei;
Percebendo assim, que sem você, nada serei;
Você diz não ter culpa do que aconteceu;
E que minhas neuroses, são problema meu.
Dilla Ribeiro
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